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Umuarama

11/01/2020

Índice de infestação da dengue volta a subir, população deve ficar atenta

Índice de infestação da dengue volta a subir, população deve ficar atenta

A Coordenadoria de Vigilância em Saúde (Covisa) divulgou nesta sexta-feira, 10, o primeiro Levantamento de Índice Rápido para Infestação pelo Aedes aegypti (Liraa) de 2020. Conforme os números, o Índice de Infestação Predial (IIP) – apurado no período de 6 a 10 de janeiro – foi de 2,1%. 

Embora esteja acima do ideal (até 1%) o percentual é menor que o apurado no mesmo período do ano passado, que foi de 3,3%, resultado das ações realizadas pela equipe da Vigilância Ambiental, da Educação em Saúde e de programas como o Bairro Saudável, que além de recolher materiais que poderiam acumular água também conscientiza a população.

Início de ano é um período crítico para o combate à dengue. O clima é favorável à reprodução do mosquito transmissor (calor e dias chuvosos) e muitas pessoas viajam, relaxam nos cuidados com o quintal e criam as condições propícias para o mosquito – principalmente deixar água parada em recipientes, vasos de plantas, tonéis e calhas mal cuidadas. No atual ano epidemiológico, Umuarama registra 67 casos positivos da doença – um número alto, porém inferior ao de muitas cidades da região, inclusive com população menor que a Capital da Amizade.

“Estamos atentos. As ações deram resultado no ano passado, evitando que os casos de dengue se tornassem um problema maior, porém contamos com a colaboração da população. É muito importante que todos cuidem dos seus quintais, das suas casas, eliminando qualquer local ou recipiente que possa acumular água parada. Sem água o mosquito não vai se reproduzir a teremos maior controle sobre a dengue”, orientou a secretária municipal de Saúde, Cecília Cividini.

A secretaria deve receber larvicida da Secretaria de Estado da Saúde a partir do dia 17 e poderá intensificar as ações de combate nos locais onde há presença de larvas do mosquito. No final do ano passado, o último Liraa foi de 1,4%, com uma mudança de perfil dos locais com maior infestação – antes os índices mais elevados eram apurados nos bairros mais afastados do centro, e naquela vez foi a região central que apresentou os piores indicadores.

Agora, os maiores índices foram notados no Jardim Império do Sol (16,2%), Igreja Catedral (10,3%), Jardins São Caetano, Los Angeles, Colibri, Colégio Malba Tahan, Parque Danielle e Jardins Belvedere, Lisboa e Canadá (índices entre 5,3 e 9,5%). Em 32 bairros da cidade o índeice ficou zerado – não fram encontradas larvas do mosquito nas vistorias. Nos demais, variou entre 1,3% e 4,2%.

Na avaliação por unidade de saúde, a situação mais crítica é no Conjunto Sonho Meu (9,8%), seguido pelo San Remo (5%), Posto de Saúde Central (4,3%), Lisboa, Industrial e Centro de Saúde Escola (na faixa de 3%). Em nove unidades de saúde o índice ficou entre 0% e 1,5%. 

“Geralmente após o trabalho intensificado pelas equipes da Vigilância em Saúde Ambiental nos bairros onde a infestação é maior, os índices recuam. Mas depois a população volta a descuidar e os números se invertem”, informou o coordenador da Vigilância Ambiental, Carlos Roberto da Silva. “É necessário que a luta contra o mosquito nunca tenha trégua. Se relaxar, ele vai aparecer e com isso a chance de disseminar a dengue só vai aumentar”, recomendou.

“Qualquer descuido pode elevar os índices e aumentar o risco de disseminação de dengue, zica vírus e febre chykungunia, apesar de todo o trabalho das equipes da Secretaria de Saúde”, apontou a coordenadora da Covisa, Maristela de Azevedo Ribeiro.

 

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Fonte: UMUARAMA | CIDADE PORTAL | PREFEITURA MUNICIPAL DE UMUARAMA

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