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09/10/2018

Profissão de Engenheiro Agrônomo completa 85 anos no Brasil 

Profissão de Engenheiro Agrônomo completa 85 anos no Brasil 

De 1933 até hoje, engenheiros agrônomos fortalecem a agricultura brasileira ao melhorar a vida do agricultor. No Noroeste, sete faculdades ensinam a ciência agrária. A região tem 2,5 mil profissionais.

A profissão de Engenheiro Agrônomo foi uma das primeiras de nível superior a ser regulamentada no país, em 12 de outubro de 1933, com o decreto federal nº 23.196, pelo presidente Getúlio Vargas. A partir daí, a data ficou marcada como o Dia do Engenheiro Agrônomo, celebrado nessa sexta-feira (12). Ao longo dos anos, a história da agronomia se difundiu com o fortalecimento da agricultura brasileira. É que desde a colonização, a ciência agrária ajudou na evolução da economia agrícola, a melhorar a vida do agricultor. E nos dias atuais, as inovações tecnológicas auxiliam neste processo com ferramentas que identificam e diagnosticam doenças no campo sem precisar ir para laboratório, melhorando o combate de fungos e pragas e aumentando a produtividade.

Especialistas já dizem que estamos na “Era do Agroconhecimento”. É que as demandas crescentes exigem engenheiros agrônomos com conhecimentos de sustentabilidade econômica, ambiental, tecnológica, social e política. O plantio direto, por exemplo, revolucionou a agropecuária brasileira e deu origem a agricultura de precisão, integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), entre outros sistemas que estão em constante desenvolvimento.

A agricultura é o segundo setor que mais investe no mundo, só perde para indústria farmacêutica. Em 2018, o PIB (Produto Interno Bruto) do Agronegócio, que responde por pouco mais de 20% da atividade econômica do Brasil, deve crescer 3,4%.  Um estudo do Sistema Fiep apontou que o principais produtos exportados em julho no Paraná  foram os derivados de soja, carnes e materiais de transportes, que somaram  US$ 1,2 bilhão. No ano, o crescimento nas exportações do grão foi de 31,72%.

Para se tornar um Engenheiro Agrônomo no Brasil, são cinco anos de curso superior. Depois, o exercício da profissão deve ser assegurado pelo Crea - Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia e Confea - Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia. O registro obrigatório garante a fiscalização da profissão, que exige constante atualização.

Na Regional Maringá do Crea, até este mês, são cerca de 2.500 agrônomos registrados. O gerente da unidade, Hélio Xavier da Silva Filho, lembra que o profissional habilitado possui ampla área de atuação. “O Engenheiro Agrônomo tem um leque de possiblidades  de trabalho, como em propriedades rurais, laboratórios, órgãos de pesquisas, indústrias (químicas, bebidas, alimentícias, extrativas, medicinais), bancos, instituições de financiamento e investimento, órgãos públicos, instituições científicas, consultoria, e instituições de ensino”.

O curso de Agronomia é ofertado em sete instituições de ensino no Noroeste do Paraná. Em Maringá, são quatro: Universidade Estadual de Maringá, Unicesumar, Uningá e Feitep (a partir de 2019). Na região de Campo Mourão a graduação é ofertada no Centro Universitário Integrado, em Paranavaí na Faculdade de Tecnologia e Ciências do Norte do Paraná (Fatecie) e em Umuarama, na Universidade Paranaense (Unipar) e em uma extensão da UEM.  
 
Evento
Acontece nesta quarta-feira (10), em Umuarama, o 1° Encontro Regional sobre Receituário Agronômico. O evento contará com palestras de representantes da Andav - Associação Nacional dos Distribuidores de Insumos Agrícolas e Veterinários, Adapar - Agência de Defesa Agropecuária do Paraná e Ministério Público do Paraná. O tema reforça a importância da emissão da receita agronômica para uso correto de agrotóxicos. O evento inicia às 14h30 e vai até as 19h no anfiteatro da Fazenda UEM, na estrada da Paca, em São Cristóvão - Umuarama.
 
História
O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (Crea-PR), criado no ano de 1934, é uma autarquia responsável pela regulamentação e fiscalização dos profissionais e empresas das áreas das engenharias, agronomias e geociências. Além de regulamentar e fiscalizar, o Crea-PR também promove ações de atualização profissional, primando sempre pela qualidade na prestação dos serviços prestados.

 

Fonte: UMUARAMA | CIDADE PORTAL | ASSESSORIA DE IMPRENSA

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