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Brasil

01/10/2018 | Concebido por Goioerê

Assessores da campanha de Haddad enfrentam processos na Justiça

Assessores da campanha de Haddad enfrentam processos na Justiça

Integrantes do núcleo duro da coordenação de campanha do candidato à Presidência da República do PT, Fernando Haddad, estão enfrentando processos na Justiça. Alguns deles, inclusive, figuram na operação Lava Jato e outros em campanhas anteriores do petista.

O tesoureiro da campanha, por exemplo, o ex-vereador de São Paulo Francisco Macena, responde a um processo na Justiça Eleitoral que apura um suposto caixa dois na campanha eleitoral para a prefeitura da cidade em 2012. Haddad também responde ao mesmo processo.

O processo foi aberto após afirmações de delatores ligados à empreiteira UTC que colocavam as contas da campanha sob suspeita durante um depoimento em um processo relacionado a operação Lava Jato.

Dois coordenadores de campanha do petista também enfrentam processos na Justiça, entre eles o ex-presidente da Petrobras José Sergio Gabrielli, que responde por ações de improbidade administrativa enquanto estava no comando da estatal entre 2005 e 2012.

Outro coordenador de campanha que tem problemas com a Justiça é o ex-ministro Gilberto Carvalho, que aparece na investigação da operação Lava Jato e foi indiciado por corrupção passiva, em que teria recebido dinheiro para favorecer montadoras de automóveis.

Em nota, a assessoria de imprensa da campanha de Fernando Haddad (PT) diz que “as ações e investigações arroladas na reportagem não levaram a nenhuma condenação e são todas elas fortemente contestadas pelas provas de inocência apresentadas em cada um dos casos”.

O partido sustenta ainda que “são procedimentos antigos, em sua maioria deflagrados por setores partidarizados do Ministério Público e do sistema judicial, ressuscitados artificialmente às vésperas das eleições”.

“O conjunto comprova a seletividade do sistema judicial contra o PT, prática que ocorre em conluio com a mídia. E a análise individual dos casos expõe uma tentativa de pré-julgamento, que não corresponde ao Estado de Direito”, segue o comunicado da sigla.

 

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Fonte: GOIOERÊ | CIDADE PORTAL | NOTICIAS R7

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